É muito comum as pessoas ficarem assustadas ao descobrir que a escrita da língua japonesa consiste em 3 alfabetos e por isso, aprender esse idioma seria uma missão absolutamente impossível. Mas gente, se fosse impossível não existiria tradução de nada do Japão para nenhuma outra língua, não concorda?

Claro que é mais trabalhoso aprender uma língua que requer uma escrita diferente do que qualquer outra que possui a mesma escrita que a nossa mas nem por isso deve ser motivo de tanto sofrimento por antecipação.

Esse sofrimento por antecipação só está criando um monstro na sua cabeça, que no final das contas, não existe.

“Mas como vou aprender a escrever isso tudo?” Literalmente, escrevendo. Do mesmo modo que lá no jardim de infância você aprendeu todas as letras e números e hoje sabe tudo de cor: escrevendo por várias vezes até decorar.  Não há como escapar dessa parte no início dos estudos. Começando pelo hiragana e depois indo para o katakana, no início você precisa conhecer as “letras” (no caso, sílabas), para então saber como se escreve e então começar o seu processo de aprendizado. Você vai decorar todas as sílabas e começar a escrever as suas primeiras palavras em japonês. Depois que esta parte estiver bem internalizada, será a hora de conhecer os primeiros kanjis que você vai escrever.

O kanji acaba se tornando uma segunda “parede”. A primeira foi saber que o japonês possui 3 formas de escrita, mas uma vez superadas as etapas do hiragana e katakana, essa primeira parede pode se considerar quebrada, pois uma vez aprendido hiragana e katakana, você não terá mais novidades, ao contrário do kanji, onde as novidades farão parte de toda a sua trajetória como estudante de japonês.

Ainda assim, repito: não há motivos para sofrer por antecipação. Foque na palavra que está aprendendo naquele momento, naquele contexto. Não se preocupe com as outras leituras que o kanji possa ter.

As outras leituras podem ser aprendidas em outros momentos em outro contexto com o outra palavra, que vai chegar até você no momento que for necessário. A pior coisa que você pode fazer é listar kanjis enumerando todas as suas leituras, a menos que tenha uma capacidade de memorização fora do comum em um curto espaço de tempo.

Comece a aprender pela leitura que apareceu no início, internalize bem a palavra e o contexto no qual costuma ser usada e aí sim, você pode partir para outros kanjis.

E como saber para qual kanji continuar o estudo? Pois é, saiba que este é um ótimo motivo para que não estude totalmente sozinho. É necessário um material para te guiar em vez de só buscar listas na internet. Por isso um livro e/ou curso é tão importante para que dê os seus passos em japonês na direção correta. Não sofra por antecipação e nem estude totalmente sozinho!

Em muitos vídeos do canal do YouTube da Eu Falo Japonês tem sugestões de livros para estudar por conta própria. Lembrando também que o Clube Nihongo Kakumei está sempre com as matrículas abertas para receber você! Você pode tirar as dúvidas sobre o Clube Nihongo Kakumei aqui!

E por último, mas não menos importante: não desanime e não desista de estudar japonês! Você também é perfeitamente capaz de aprender esse idioma tão legal!


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